Após me embebedar com a alienante bebida
Que desce tão calma, suave e forçada por minha garganta.
Sento-me em frente a esse desabafo,um bafo,
um sopro quase morto de paz.
Confundo-me entre as cinzas,
fecho-me ao livre prazer do pensar, me sinto asfixiado.
Não consigo respirar e volto à terrível libélula,
que em um só arrastão arrebanha infinitos bovinos
todos em sua fila de abate com uma marca na anca,
ela ainda arde,
quando penso que sei como me livrar dela...
e mesmo assim continuo, e mesmo assim curvo-me
a este incrível orgasmo que é viver este teatro.
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