A todo o momento criamos abismos.
Entre nós e o nosso chefe.
Entre nós e o nosso colega de aula.
Entre nós e a/o namorada (o).
Entre nós e aquela viagem.
Entre nós e os nossos sonhos.
Entre nós e nós mesmos.
Abismos que se pensarmos podem ser apenas uma rachadura simples, que toma proporções gigantescas.
O mais foda é quando no meio desse abismo existe a palavra "amor", amor social eu diria, pois se houvesse amor puro, como realmente ele devesse ser interpretado, talvez não existiria tais abismos, mas voltando, quando esse "amor" está lá, bem no meio...
...Vixe (rs)
Vira um conflito digno de uma novela Mexicana.
Aquelas onde "só o roteirista” sabe quando Roberto Augusto aquele rico mesquinho vai casar com a Fátima Maria moça pobre e humilde?
Não, aquelas com muitas lágrimas e talvez beijos de despedida.

Um comentário:
arriba, arriba!!!
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